Neste sábado, 27 de junho de 2026, fui até o Centreventos participar da Festa do Peixe. Fiquei surpreso com a intensa participação popular. Mais de cinquenta mil pessoas prestigiaram a festa. Uma festa, diga-se de passagem, muito bem organizada. Envolveu quase quarenta instituições e um verdadeiro exército de voluntários. Não obstante as filas – para conseguir uma posta de peixe ou comprar um refrigerante – estava todo mundo muito a vontade. O dia ajudou, ensolarado e com um calorzinho ameno, extremamente agradável. Esse é lado intrigante da cultura de um povo. Porque a festa começou há muitos anos de forma espontânea ali no Mercado, numa ação entre amigos e frequentadores da Banca de Peixe. Ela ganhou a proporção atual justamente porque tocou no fundamento de nossa cultura. Nosso povo é peixeiro.
Até o Diarinho esteve presente com sua barraquinha servindo tainha frita. Samara Toth, Vânia Campos e Fran Marcon meteram a mão na massa, ops! … no peixe.
O sucesso estrondoso da Festa do Peixe – Festa do Pescado / Festa da Tainha / Festa do Peixe e do Pescador … – sinaliza algo importante para o Governo Municipal. Ela evidencia a força da cultura popular. A Prefeitura não precisa, obrigatoriamente, de pagar 600 mil reais contratando dupla sertaneja visando chamar público para uma festa. Aqui em Itajaí, tendo peixe frito, caldo de peixe, farinha … o resto é acessório.
A Festa do Peixe de 2026 mostrou aos nossos políticos qual é a força de nossa cultura.